Camila Nogueira
BRNo domingo do Brasileirão eu monto o bilhete cedo, quase sempre simples, e deixo a múltipla para a noite em que a Libertadores também entra. O que me segurou aqui foi poder ficar na mesma conta no intervalo: saio do cupom, jogo Fortune Tiger ou Fortune Dragon, e volto antes do segundo tempo. No ao vivo eu encerro a aposta sem chamar ninguém, sobretudo quando o empate mata a cotação que eu tinha. Aviator fica para depois do apito, duas ou três rodadas, nunca uma sessão longa. A prateleira é cheia, e eu fico nos títulos que já conheço. Para quem vive entre o campeonato e um giro curto, o caminho está claro.
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